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Para clínicas e hospitais

Cirurgiã volante de tecidos moles.

Opero casos agendados e emergências na sua estrutura, na Grande São Paulo. Residência em clínica cirúrgica, mestrado e quase dois anos como preceptora de residentes de cirurgia.

O que eu opero

O que eu opero

Tecidos moles, do eletivo ao urgente. Só entra nesta lista o que eu faço com segurança técnica.
  • Ovariohisterectomia e orquiectomia, inclusive em piometra
  • Mastectomia
  • Exérese de nódulos e tumores cutâneos e subcutâneos
  • Cirurgias reconstrutivas e retalhos de pele
  • Amputação de dígito
  • Gastrotomia, enterotomia e enterectomia (corpo estranho)
  • Esplenectomia
  • Cistotomia e uretrostomia
  • Herniorrafias
  • Outros procedimentos de tecidos moles sob consulta

Ortopedia e neurologia não são minha área. Quando o caso pede, eu digo e indico.

Agendado ou emergência

Agendado

Você me manda o caso com exames e histórico. Eu avalio, confirmo o que é preciso no pré-operatório e marcamos a data.

Emergência

Caso cirúrgico de urgência, inclusive de madrugada. Você liga, eu digo com honestidade se consigo chegar a tempo. Se não consigo, digo também.

Critério de parceria

A cirurgia é metade do caminho.

A outra metade acontece na internação: de madrugada, na hora do remédio, na troca de plantão.

Já salvei paciente na mesa e o vi morrer no pós-operatório por uma medicação que não foi dada. Eu não cometi o erro, mas a cirurgia tinha o meu nome. Desde então, eu só opero onde a internação trabalha direito.

O que eu preciso encontrar

  • Pré-operatório completo, com exames que chegam antes da cirurgia e não no dia
  • Anestesia monitorada, com profissional dedicado ao paciente
  • Prescrição do pós-operatório seguida no horário, com registro em prontuário
  • Um plantonista que eu consiga acionar e que me acione quando algo muda
  • Alta combinada comigo, com orientação clara para o tutor

Não é desconfiança. É o mínimo para que a cirurgia que eu faço chegue viva até a alta.

Eu somo à equipe. Não passo por cima dela.

Sou preceptora de residência em cirurgia há quase dois anos, montei e dei curso para auxiliares veterinários e perdi a conta dos estagiários desde a minha residência. Em muitas clínicas que eu entro, tem alguém que já passou pela minha mão.

Eu explico o que estou fazendo, oriento quem vai cuidar do pós e deixo tudo registrado. Quem fica com o paciente depois precisa saber o que eu sei.

O que a clínica ganha

Reputação.

Uma cirurgia bem conduzida também protege a reputação da clínica. Um pós-operatório mal feito, o tutor não esquece.

Tutor que entende.

Se for combinado com vocês, eu converso com a família antes e depois, com clareza. Tutor que entende o que aconteceu confia mais na clínica que o atendeu.

Previsibilidade.

Critério claro, pré-operatório combinado, sem surpresa no dia.

Uma equipe que aprende.

Cada cirurgia é também uma aula para quem acompanha.

Onde eu não sou a escolha certa

Se o dono da clínica opera e o objetivo é o menor custo por cirurgia, eu não tenho como competir, e prefiro dizer isso agora.

Não opero onde a internação não sustenta a cirurgia. Não finjo para o tutor em nome da clínica. E não assumo procedimento que não domino.

Porta a porta

Quando cheguei a São Paulo, visitei 40 clínicas pessoalmente. Cinco me chamaram. Uma virou parceira fixa, outra virou convite de sociedade. Hoje quase todo caso novo chega por indicação de colegas e ex-alunos.

40 clínicas visitadas · 5 chamaram · 1 parceira fixa

Vamos falar sobre um caso.

Me conta quem você é e o que precisa. Eu respondo pessoalmente.

É uma emergência? Não use este formulário. Vá ao pronto-socorro veterinário mais próximo.

Respondo pelo WhatsApp, em geral no mesmo dia útil.